quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Pra quê eu preciso de um corretor de imóveis?

Atualmente no cenário do mercado imobiliário, vemos um número crescente de aspirantes a corretores, iniciar na profissão sem a clareza do que consiste a profissão. Quem já comprou um imóvel, provavelmente já foi atendido por um corretor; no caso de lançamentos, o que parece óbvio para o cliente é a presença do profissional do stand de vendas; a maioria esquece de procurar por aquele corretor que entregou um panfleto ou fez a abordagem em outros locais e de outras formas; ou compra com auxílio da internet, chegando ao plantão já atendido por outro profissional. Neste caso, parece natural ter um corretor, mesmo que seja on line. Mas, e no mercado de terceiros? O que percebemos é que hoje, a maioria dos imóveis estão de alguma forma anunciados nas mídias de internet; inclusive com os endereços, tornando relativamente fácil, dispensar o profissional para chegar até o imóvel... se fosse esse o trabalho do corretor, a profissão seria rapidamente extinta, pois quem iria querer pagar 6% de comissão apenas para ser apresentado a um imóvel, tendo recursos para conseguir sozinho? Conhecer todos os imóveis da sua região, parece importante; porém o cliente em sua busca se torna um especialista no que procura; e dificilmente um corretor terá mais conhecimento neste sentido do que ele, já que conhecerá diversos perfis diferentes de imóveis e não apenas um. Novamente, sob esse aspecto a profissão tem poucas chances de agregar importância e se estabilizar. Diante disso, é necessário adotar uma postura diferenciada e apostar no modelo de consultoria. Fugir de "receitas de bolo" do tipo: "5 dicas para vender mais..." E, de fato se comprometer com aquilo que é importante: A necessidade do seu cliente; ouvi-lo atentamente, propor ações para atendê-lo, cumprir os combinados, estar perto, dar feedbacks constantes. Isso para começar. Sim, é trabalhoso ser corretor, ser consultor... é necessário estudar, pensar, estrategiar... afinal, são 6% de negociações de valores sempre, seja qual for o padrão, salvaguardadas as proporções, de valores altos. E, não basta só ouvir o cliente, é necessário fornecer informações exatas, checadas e com fontes confiáveis - tais como um advogado especialista em Direito Imobiliário, orgãos públicos. Pois, para o cliente chegar ao imóvel não é difícil - quase sempre não confia nas orientações de imobiliárias e corretores, vendo a necessidade de contratar um advogado, ainda que sem especialização na área, o que é um risco para a negociação e para o próprio cliente; que pensando em se proteger, muitas vezes vai descobrir o problema muitos anos depois, ou simplesmente o advogado, diz: tem problema (qualquer que seja - mesmo que simples de resolver) não compre... e o cliente, se vê obrigado a procurar um imóvel 100% seguro... o que cá entre nós, não existe - nem mesmo lançamentos! Portanto, corretores, vamos arregaçar as mangas e produzir um trabalho com qualidade superior e mostrar ao cliente, que conhecemos nossa profissão! Conheça nosso site www.imoveisboutique.net e nosso sistema de parcerias - 50% comissão - fan page: https://www.facebook.com/imoveisboutique.net

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Parceria entre corretores de imóveis

Atualmente, o mercado imobiliário, demonstra um número crescente de novos corretores de imoveis, no entanto, em cidades como São Paulo, ainda percebemos a defasagem desse profissional, realmente habilitados ao exercício da profissão; em grandes empresas do setor é muito comum a presença de estagiários, chamados novatos; com a finalidade de suprir a carência, porém observa-se uma enorme rotatividade na maioria maciça das imobiliárias de porte médio e grande, explicando a presença constante de muitos novos. Mas o que acontece, com o corretor de imóveis depois que ele teoricamente deixa de ser um aprendiz? Alguns, evidentemente, descobrem que não é o que querem fazer, mas e os outros? Poderia supor que uma vez que aprenderam, não precisam mais do suporte da imobiliária, e partem para o mercado para "ganhar dinheiro" sem dividir com a empresa; talvez, alguns pensem desta forma; mas em minha, é verdade, muito recente experiência; não é o que tenho visto. Durante a evolução da minha proposta de trabalho, que partiu do que, é claro, já conhecemos, fomos percebendo outras necessidades e ocorreram mudanças, hoje, nesta sistemática, o corretor é de fato autônomo e pronto para assumir e propor parcerias com compromisso; pois, nestes profissionais percebemos uma vontade enorme de fazer "certo", de atender ao cliente de forma completa e responsável, e a percepção de que para fazer isso é necessário uma parceria de verdade, onde divide-se a comissão de modo justo; onde haja acesso a informações para orientar de modo claro, objetivo e coeso todos os clientes - proprietários e compradores. Percebemos um movimento, ainda tímido, em direção à maturidade profissional, onde todos estarão ligados em prol do negócio, em que corretores atendam de um lado proprietários com orientações completas e responsável e de outro atenda aos compradores de modo justo e informações precisas; onde a negociação ocorra de forma transparente, e a estrutura jurídica seja de fato, focada na solução e concretização da intermediação. É claro, que ainda há marcas daqueles que passaram, por parcerias desastrosas, onde o mal entendido, as disputas pessoais e rivalidades frívolas; ou salões de venda em que o clima é de "cada um por si", e se facilitar te "passo a perna"; ou que o próprio sistema utilizando da Lei de Pareto, não se importa em colocar 150 pessoas ou mais, para garantir para si, 20 ou 30% de faturamento. Sabendo que alguns venderão enquanto outros não terão nem o que comer, gerando não ambientes competitivos, mas ambientes altamente hostis, onde a parceria torna-se, naturalmente impraticável ou só se for o último recurso. Porém estas marcas, ao serem superadas, são o propulsor para uma competição saudável em parcerias por e em negócios.