segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Parceria entre corretores de imóveis

Atualmente, o mercado imobiliário, demonstra um número crescente de novos corretores de imoveis, no entanto, em cidades como São Paulo, ainda percebemos a defasagem desse profissional, realmente habilitados ao exercício da profissão; em grandes empresas do setor é muito comum a presença de estagiários, chamados novatos; com a finalidade de suprir a carência, porém observa-se uma enorme rotatividade na maioria maciça das imobiliárias de porte médio e grande, explicando a presença constante de muitos novos. Mas o que acontece, com o corretor de imóveis depois que ele teoricamente deixa de ser um aprendiz? Alguns, evidentemente, descobrem que não é o que querem fazer, mas e os outros? Poderia supor que uma vez que aprenderam, não precisam mais do suporte da imobiliária, e partem para o mercado para "ganhar dinheiro" sem dividir com a empresa; talvez, alguns pensem desta forma; mas em minha, é verdade, muito recente experiência; não é o que tenho visto. Durante a evolução da minha proposta de trabalho, que partiu do que, é claro, já conhecemos, fomos percebendo outras necessidades e ocorreram mudanças, hoje, nesta sistemática, o corretor é de fato autônomo e pronto para assumir e propor parcerias com compromisso; pois, nestes profissionais percebemos uma vontade enorme de fazer "certo", de atender ao cliente de forma completa e responsável, e a percepção de que para fazer isso é necessário uma parceria de verdade, onde divide-se a comissão de modo justo; onde haja acesso a informações para orientar de modo claro, objetivo e coeso todos os clientes - proprietários e compradores. Percebemos um movimento, ainda tímido, em direção à maturidade profissional, onde todos estarão ligados em prol do negócio, em que corretores atendam de um lado proprietários com orientações completas e responsável e de outro atenda aos compradores de modo justo e informações precisas; onde a negociação ocorra de forma transparente, e a estrutura jurídica seja de fato, focada na solução e concretização da intermediação. É claro, que ainda há marcas daqueles que passaram, por parcerias desastrosas, onde o mal entendido, as disputas pessoais e rivalidades frívolas; ou salões de venda em que o clima é de "cada um por si", e se facilitar te "passo a perna"; ou que o próprio sistema utilizando da Lei de Pareto, não se importa em colocar 150 pessoas ou mais, para garantir para si, 20 ou 30% de faturamento. Sabendo que alguns venderão enquanto outros não terão nem o que comer, gerando não ambientes competitivos, mas ambientes altamente hostis, onde a parceria torna-se, naturalmente impraticável ou só se for o último recurso. Porém estas marcas, ao serem superadas, são o propulsor para uma competição saudável em parcerias por e em negócios.

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