terça-feira, 3 de dezembro de 2013
O corretor atual têm competência?
"... os diretores fingem que é factível e os vendedores já partem do princípio de que a meta não será cumprida e passam a buscar explicações para, no final do ano, justificar." (Roberto Shinyashiki)
Já vi muitos corretores de imóveis justificando porque não vendem... piada né... somos autônomos, a grande maioria maciça não recebe fixo! Por outro lado, vi também muitas imobiliárias colocando metas absurdas, pois pegar o valor da meta e dividir pelo número de corretores - vai fornecer um número possível (isso, se todos vendessem um mínimo, e se o produto (mínimo) considerado existisse na região de atuação da imobiliária...), mas o que faz a imobiliária e cada corretor para de fato estudarem e cumprirem uma meta factível? ???
Nós estudamos o mercado e o comportamento de quase todos os consumidores de tudo no mundo... inclusive de imóveis... mas parece que há excessos de informações e muito pouco aplicado.
Diariamente vejo artigos sendo publicados com dicas e mais dicas... mas na verdade o que falta ao profissional? Pois embora tenha esses artigos, existe uma bibliografia muito pequena sobre o assunto; desconfio que já esteja ocorrendo uma transformação nesta profissão, bem como o modelo atual de empresas imobiliárias,onde será preciso ser, conhecer e encantar com informações fidedignas ao seu cliente. Sob a pena de outro vender no seu lugar... afinal parece mera sorte.
Trabalho com alguns seletos corretores, que entendem, que sendo autônomos, precisam compreender suas limitações e delimitar suas próprias metas de forma a disciplinar-se para alcançá-las e concretizar a venda; onde todos somos uma engrenagem que se complementa, e desta forma está preparada e desenvolvida para atender de forma completa ao nosso cliente. Onde o processo ocorre intimamente ligado, em sinergia; desde a captação do imóvel, sua publicidade, seu estudo (saúde do imóvel e seus proprietários), sua estratégia, a proposta, o jurídico e o pós venda; e o resultado dividido igualmente.
Como diz o Roberto Shinyashiki: "O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros." E, em referência ao modelo de gestão atual no mercado corporativo: "Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira." Refletindo, será que vale a pena ser a "hiena" sorridente do plantão? Ser mais um no meio do aglomerado de corretores, onde o último interesse é capacitar, e desenvolver competências?... Pois na prática é o que se vê: Muitos corretores... poucos competentes... E, a venda continua na maioria das vezes baseada na sorte...
Quero muito pessoas para parcerias, mas quero somente pessoas que queiram desenvolver competência... pois sem vontade de desenvolver e sem competência está cheio lá fora... infelizmente.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Valorize seu trabalho de corretor e receba sua comissão integral
Sob a ótica desta ilustração, refletindo sobre a profissão de corretor de imóveis, cujos recebimentos comissionados são altos, porém quando da efetivação da venda , devemos levar em consideração que isso pode levar alguns meses... E ao contrário do que se pode acreditar, o bom profissional passa horas diárias durante meses se dedicando a várias atividades não remuneradas para chegar ao resultado desejado: A VENDA. Precisará fazer a prospecção de produtos (imóveis), atendimento a interessados na compra, manutenção de anúncios (internet, impressos, placas) e prestar consultoria, informando e orientando tanto possíveis compradores quanto vendedores – sem receber nenhum tipo de pagamento além da possibilidade de “virar” uma oportunidade de “fechar” um negócio, por essas características, o que encontramos na maioria das vezes, são meros oportunistas ou corretores infelizes, sem motivação para aprimoramento e de outro lado clientes insatisfeitos, pois o corretor vai ganhar muito por ter “só” mostrado o imóvel (que por generalização, acabam classificados como oportunistas sem conhecimento fundamentado), reforçado pelo fato de ter invariavelmente conhecido o corretor na ocasião da visita, ou seja, um único contato.
Entendo os meses anteriores à primeira venda como um investimento a médio / longo prazo, da mesma forma que ocorre quando abrimos uma loja, e, por exemplo, comprássemos um instrumento bem caro de trabalho, que me tomaria o lucro durante alguns meses, mas certamente me traria resultados futuros.
Mas o fato, é que, pouco profissionais tem isso em mente, ou pior, condições financeiras para esse investimento, o que faz com que o desespero e a ansiedade ajam com eficiência cruel; ele produz mal, de modo deficitário, com o trabalho incompleto, resultado: “fica batendo a cabeça na parede”. Vendo este gráfico, onde temos a intersecção do grátis, rápido, qualidade – me lembro dos discursos que ouvi muitas vezes de corretores: “trabalhamos de graça, vamos avaliar imóveis de graça, saímos com clientes para mostrar 20 imóveis e nada, tudo para esperar uma proposta”, e quase sempre alguém dizia: "aquele @?@?# do proprietário e comprador tão fazendo por fora" - me lembrou a intersecção: "faça você".
Por essa razão é necessário algumas medidas, para demonstrar aos cliente proprietários e compradores que seu trabalho não é gratuito e muito menos de oportunista - VOCÊ é um profissional preparado, e por essa razão faz por merecer o valor da sua comissão, se obtiver êxito, não questionarão o quanto você receberá:
- Definir qual é o objetivo?
- Perguntar por quê, pelo menos 5 vezes; se você se convencer de que é isso mesmo, faça; senão retome o quesito objetivo
- Pergunte Como? Liste uma ação de cada vez, em uma sequência lógica, possível de ser seguida.
- Coloque a resposta em forma de tópicos, e eis que você tem sua meta, desenhada em forma de passos a serem seguidos.
- E por último, eleja um coach (um parceiro, gerente – preferencialmente alguém que não hesitará em corrigir a sua trajetória) para cobrar, lembrar e medir os resultados obtidos, é de extrema importância para que o sucesso venha.
E se preocupe sempre em valorizar o trabalho, a partir de cursos de aperfeiçoamento; debates, palestras, até mesmo conversas entre outros profissionais...
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Salão imobiliário - terceiros
Atualmente vemos nas grandes imobiliárias de São Paulo, um grande número de pessoas que se aventuram no mercado a fim de conseguir realizar algum negócio milionário; e infelizmente, sem preocupação com a qualidade da prestação de serviço; eximindo-se de qualquer responsabilidade, pois o que interessa é simplesmente "fechar" o negócio e receber a farta comissão e se esbaldar no consumismo próprio de nossa época.
Em contrapartida, existem os que se aventuram por não conseguir a curto prazo uma recolocação no mercado de sua origem, e portanto, possuem uma provisão para se manter ativo muito restrito, e de certa forma, se veem em uma situação, onde, sem receber nenhum salário ou qualquer ajuda de custo, pois a empresa faz questão de esclarecer que todos são autônomos e são donos de sua empresa; se submetem a regimes que em sua essência equivalem a escravidão, cuja a Abolição da escravatura, ocorreu se eu não me engano em 13 de maio de 1888. Digo isso, pois, a empresa sob as mais variadas alegações, impõem que é necessário estar presente em tal horário, tal dia, incluindo os finais de semana, pois se assim, não o fizerem, não conseguirão receber clientes, nem tampouco vender!!!
A empresa imobiliária, em média fica com mais de 60% do valor da comissão, pois eles fornecem o café, papel higiênico, recepção (na maioria muito mal treinadas, ou treinadas para uma minoria...), sala de reunião, um espaço que mal cabe o seu notebook, uma cadeira, que te deixa com problema de coluna; ah... sim... o ar condicionado, que o seu gerente sempre diz, ou no mínimo deixa no ar: "lugar de corretor é na rua, não é no ar condicionado...". Com isso, a imobiliária alavanca para si, uma respeitável frota de veículos; pois 90% dos corretores possuem e utilizam seus veículos para trabalhar... E, aquele "novato", na esperança de vender rápido, vai para rua buscar imóveis novos e cadastrar na empresa a que se vinculou; alguns nem sequer recebem todas as chamadas, pois, sem inocência nenhuma, estamos falando de muito dinheiro, e para a empresa, importa quem vende? Importante é que um dos "seus" venda. Se você fosse o dono nesta sistemática, pensaria diferente? E, outra, qual o interesse possui qualquer empresa em ter pessoas que pensam, buscam desenvolvimento e questionam? Dá muito trabalho... Qual é a parte da imobiliária? É só a estrutura básica de um escritório? Cadastro (os imóveis estão 100% anunciados na internet, lembram-se?)? Será que deveria fornecer informações completas sobre os imóveis? Isso, para que o corretor trabalhe sua indicação, e, em contrapartida, propor uma divisão mais justa? Isso eliminaria aquela sensação de ter feito a indicação para os "queridinhos" venderem? Desta forma, os que "não caíram na graça de alguém" e "novatos" que, em tese, possuem "menos chance de vender", teriam a real oportunidade de desenvolver um trabalho responsável e aprender...
Nos propomos através da K&G Consultoria e Imóveis Boutique a promover uma nova visão de parceria entre corretores, visto que sou corretora e não imobiliária.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Como permanecer na profissão: corretor de imóveis
Após anos de experiência no mercado imobiliário, e muitas histórias para contar; posso afirmar que cada dia nesta profissão é um dia, e todos estão intimamente ligados, e diferentes entre si.
Pela observação empírica, levantamos diversas hipóteses de como começar, chegar ao meio, e principalmente finalizar bem as negociações que surgem.
Escutamos os mais antigos dizerem: primeiro você deve captar o imóvel, atrair o cliente, mostrar e entregar para seu gerente.
Escuto frequentemente, os novatos, dizerem: trabalhamos para os antigos venderem... fazemos o trabalho árduo de captar imóveis, ficar na rua no sol e na chuva, e a maioria não consegue vender. Alguns optam, em ficar literalmente plantados na imobiliária, esperando entrar um cliente porta a dentro, e preferencialmente, com o imóvel que quer comprar escolhido. Resultado: muita frustração, ausência de resultados, cobranças desnecessárias, e desistência da profissão.
Existem observações a serem feitas: muitos corretores já trilharam outros caminhos profissionais, e por razões diversas, decidem tentar a corretagem, atraídos pela grande possibilidade de altos ganhos; por ser uma profissão ainda sucateada, apresenta uma visão para leigos de ser fácil; é só ir com o cliente no imóvel, e pronto, vou receber uma comissão milionária. Lamento, informar, mas hoje a responsabilidade do corretor não é apenas mostrar, e sim, orientar, estudar, viabilizar uma negociação, à medida em que responde civil e criminalmente por informações prestadas ou omissões, no exercício da profissão. Lembrem-se daquela sua outra profissão, o quanto precisou estudar... Como todas as profissões, é necessário criar metodologias, metas mensuráveis, que não podem ser somente o valor da comissão.
Pois o que vemos hoje no mercado imobiliário são pessoas se aventurando, pra ver se cai uma comissão na cabeça, empresas imobiliárias que colocam 500 "aspirantes a corretores" pra correr atrás do próprio rabo, onde dos 500, uns 10% vendem, pra eles, ótimo, tem um cadastro forte, uma frota de 500 automóveis sem custo. Mas nisso tudo quem paga a conta é o cliente, pois recebe um serviço de pessoas despreparadas e com certeza sai com a impressão de ter pago caro por ele; pois, clientes compradores e vendedores, só creditarão confiança à medida que o profissional esteja devidamente preparado para prestar as informações corretas com o devido amparo legal.
Existem diversas ferramentas na internet, gratuitas, que podem ser utilizadas para informar e orientar, ganhando do modo correto a confiança do seu cliente. Um bom exemplo, está no site da prefeitura de São Paulo, onde é possível pesquisar a situação de um imóvel, saber se determinado ramo de negócio consegue licenciamento, entre muitas outras.
Então como eu começo? Começa na captação, solicitando a maior quantidade possível de informações; nº do cadastro de contribuinte, nº da matrícula do imóvel; com isso você pode montar um dossiê deste imóvel e terá condições de oferecê-lo a seus parceiros e/ou clientes de sua carteira e realizar uma venda profissional. Ou então, tenho um cliente que busca determinado tipo de imóvel, ligo para o proprietário, conheço o imóvel, coleto informações, no mínimo o nº de contribuinte; estudo o imóvel, monto um dossiê e apresento ao meu cliente, realizo uma intermediação profissional.
Somente através da profissionalização, é possível se manter em qualquer profissão; não é diferente da corretagem de imóveis. Agora, se você já tem sua vida ganha e o objetivo é passar o tempo, seja porque sua mulher ou marido não te suporta em casa ou você não aguenta ficar em casa, não pode ser chamado de profissional.
domingo, 22 de setembro de 2013
O corretor vende alguma coisa?
Quando falamos de profissão, pensamos em formação, atividade profissional, minimamente técnica, não é verdade?
Pois bem, dentro desta ótica, vamos analisar a profissão do corretor de imóveis; começando por entender qual é a finalidade, afinal para que servem, qual o benefício que trazem à sociedade, como profissionais?
Ouço, e tenho praticamente uma crise de urticária, quando algum corretor, gerente, dono de empresa imobiliária, diz que vai vender um imóvel... A primeira pergunta, que me vem à mente é: O imóvel é seu? Pois se você não é o proprietário, você pode vender? Como leiga, acho que isso enquadraria em estelionato... Vender o que não é de sua propriedade... Sendo assim, qual a função do corretor de imóveis? INTERMEDIAÇÃO.
Sim, ele é apenas o intermediário em uma negociação,o profissional que orienta e conduz o negócio para que ele ocorra com segurança, visto que os valores, de forma geral, são relevantes, cabendo ressaltar que quem perde se algo der errado, não é o corretor e nem a imobiliária, pois nem o dinheiro, nem o imóvel são dos profissionais, quem perde são as partes envolvidas que são as que efetivamente compram e vendem.
O que notamos é uma total falta de confiança por parte dos usuários de serviços imobiliários, pois sentem que o interesse do intermediador, não é o negócio, e sim, a comissão; que se eles não fecharem, vão perder!
Vamos, entender uma coisa, o corretor, como qualquer outro profissional, vive de seu trabalho; no caso específico deste profissional, das comissões de intermediação de negócios bem sucedidos.
Como corretora de imóveis, sei bem, como é trabalhoso realizar as atividades; volumoso, e muitas vezes solitário do corretor. E, o quanto é duro e frustrante, quando os negócios não correm da forma esperada.
Tendo como base, o equívoco na visão da profissão, a justa desconfiança de proprietários e compradores; o árduo e não reconhecido trabalho do corretor; só consigo concluir que falta técnica,falta procedimentos estruturados, falta treinamento.
O primeiro passo, para começarmos a andar nesta profissão é desmistificar, a questão de VENDER, plantando a idéia de intermediar.
E, treinar passo a passo, o que é uma intermediação.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
A internet e a venda de imóveis
Nos últimos tempos, temos assistido a internet ganhar espaço a olhos vistos, todos os dias, em todos os lares do mundo.
Com a tecnologia cada dia mais acessível, vemos adolescentes com acesso irrestrito ao “mundo virtual”. Em nossas vidas, já não nos imaginamos sem o computador, no trabalho, observamos o desespero dos colaboradores quando o sistema “cai”, “trava”; o desespero é geral!!! Fazemos quase tudo pela internet, estudamos, pesquisamos, conversamos, criamos vínculos de amizade ou profissionais; fazemos negócios, compramos praticamente qualquer coisa. E os imóveis? Onde se situam, dentro deste panorama?
Tenho me dedicado a estudar, pouco, muito pouco ainda; mas podemos perceber que se quisermos evoluir dentro do mercado imobiliário, teremos que saber aproveitar o máximo que a internet pode promover sobre nossos produtos.
Percebemos enormes desmazelas nos anúncios de forma geral, sejam de grandes ou pequenas imobiliárias, quanto dos profissionais autonômos.
Isso poderia ser corrigido, com um breve check list:
1. Escolha as fotos, as melhores, que saíram mais claras, que mostram o melhor do imóvel
2. Coloque-as em ordem lógica - como se fosse uma passeio pelo imóvel
3. Escreva um texto coerente com a foto, ressalte pontos principais, não seja prolixo
4. Observe e detalhe se houver diferenciais.
5. Leia seu anúncio e envie para o proprietário, sugerir melhorias ou aprovar
Desta forma, você estará comprometido com o melhor; pois irá imediatamente apresentá-lo ao proprietário, seu cliente vendedor; o qual representa 50% da sua venda! Terá a oportunidade de criar e melhorar a qualidade do relacionamento corretor - vendedor. E, estará automaticamente preparado para identificar o cliente comprador; pois conhecerá e saberá quais os pontos fortes e fracos deste imóvel, e quando utilizar cada argumento.
A grande maioria dos compradores consulta primeiro a internet e depois busca um corretor. Normalmente, ele já sabe sobre o que está procurando muito mais do que o próprio profissional; por esta razão precisamos evoluir e nos aperfeiçoar, buscar diferenciais, sermos o mais completos possíveis.
Mercado Imobiliário - Profissional ou amador?
Observando o mercado imobiliário atual, levantamos alguns questionamentos gerais, que decididamente merecem nossa atenção e reflexão.
Em um cenário, onde nos últimos anos, visualizamos um crescimento rápido e alta valorização de imóveis, ocasionando a escassez de profissionais realmente preparados, vemos inúmeras reportagens, atraindo pessoas com as mais diversificadas formações, por conta da possibilidade de altos ganhos; se comparada a diversas outras colocações profissionais. É relativamente fácil se tornar um corretor de imóveis, em face de grande procura de profissionais por parte dos milhares de imobiliárias que temos em São Paulo, o pretendente necessita matricular-se em um curso técnico - TTI (Técnico de Transações Imobiliárias) ou superior em Gestão Imobiliária, realizar um estágio prático, e habilitar-se no CRECI; quase imediatamente, já encontra-se no mercado, com possibilidade real de ganhos. Mas será que este profissional, diante da complexidade da venda de imóvel, onde os valores das negociações são sempre altíssimos, está preparado para atuar e orientar com responsabilidade aos proprietários e compradores?
Observamos, de um lado: proprietários, que buscam orientação e muitas vezes não são satisfeitos, ou pior são orientados de forma equivocada. Por outro lado, temos compradores, que utilizam o trabalho do corretor apenas para “achar” o imóvel certo, tentando “se livrar” do prestador de serviço posteriormente, chegando muitas vezes, as partes expressarem que acham que o corretor recebe muito, “só” porque mostrou o imóvel... Deixando frustrado o profissional que se empenhou em prestar um bom serviço... Mas será que os profissionais sabem o que de fato é sua responsabilidade?
A responsabilidade do corretor de imóveis, passa muito longe de ser tão somente mostrar fisicamente um imóvel que agrade, há diversos itens que precisam ser observados, como documentação imobiliária, que impacta diretamente sobre a venda e repercussões posteriores, lembrando que em se tratando de discussões jurídicas, faz-se necessário a presença de um advogado, devidamente especializado. Ao corretor, cabe conhecer basicamente as questões a fim de orientar seus clientes, por essa razão é muito importante que, não só corretores já habilitados, como também os aspirantes à profissão, buscarem cursos e formações paralelas complementares ao exigido por Lei.
Além do que, proprietários e compradores invariavelmente estão em posições contrárias, pois um deseja vender pelo melhor preço e o outro comprar pelo melhor negócio. Por essa razão, cabe ao intermediador conduzir para que nenhuma das partes, ao final da negociação, tenha sido prejudicada. Lidar com essas situações, que envolvem fortes questionamentos e discussões, cria a necessidade de desenvolvimento de habilidades e competências pessoais. Mas uma vez, torna-se necessário o treinamento e aperfeiçoamento constantes. À medida que, centenas de negócios dão certo, e ocorrem como o esperado, milhões de outros, as partes saem com a impressão de que o intermediador só atrapalhou e o pior: foi pago para isso.
Verdade ou não... o que é fácil observar, são intermediadores buscando no resultado das negociações apenas os valores das comissões... Como se vender imóvel fosse sorte...
Vamos fazer do mercado imobiliário, de fato o que a profissão de corretor merece ser finalmente preparada, para que por mérito obtenha o respeito de proprietários e compradores.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Educação: Um diferencial?
Educação: um diferencial? Entenda como pequenas atitudes podem ter relevância em sua vida profissional
"O mais importante ingrediente na fórmula do sucesso é saber como lidar com as pessoas" - Theodore Roosevelt, ex-presidente dos EUA
Não é raro observar e até mesmo ouvir nos corredores das mais diversas empresas em todos os segmentos, que as pessoas cada dia mais se fecham em si mesmas, e adotam atitudes, que levam seus pares e subordinados a acreditar que são pessoas sem consideração e até mesmo sem educação.
Observando ambientes corporativos, vemos pessoas com altos cargos perderem o controle de suas equipes e subordinados, por aparente falta de educação, digo aparente, pois nesta posição hierárquica temos pessoas que passaram muitos anos de sua vida em formação educacional, aprofundando e aperfeiçoando seus conhecimentos, portanto com alto nível cultural; mas demonstram que deixaram de desenvolver a capacidade de se relacionar com os outros; abandonaram atitudes simples como dizer bom dia, obrigado, enfim, cordialidades do dia a dia, que promovem a saúde do ambiente corporativo, ganhando relevância à medida que passamos grande parte de nossa vida no trabalho, onde mais nos relacionamos e convivemos com pessoas.
Esta ausência de cordialidades, ou melhor, dizendo, a famosa educação que recebemos enquanto crianças e que ensinamos a nossos filhos, pode impactar negativamente no desempenho e produtividade dentro das corporações, visto que pesquisas demonstram o quanto um ambiente desfavorável pode afetar a motivação e processos de criatividade.
Já pararam para observar o quanto é desagradável ficar ao lado de alguém que não cumprimenta ninguém, se posiciona como se estivesse de mal com o mundo e principalmente demonstra que não gosta de você (mesmo que não seja verdadeiro, pois ele pode não ter absolutamente nada contra você)... Como você reage? As atitudes serão defensivas; seu corpo se coloca em alerta, como se estivesse em risco de um iminente ataque... e, talvez nem sequer real. Infelizmente não é sempre que percebemos as reações de nosso corpo e mente; provocando com isso uma perda significativa de energia, que poderia ser empregada nas atividades do trabalho.
E se observamos nossa postura no trabalho e nos esforçarmos para obter um ambiente de trabalho positivo? Os benefícios são diversos, não só em termos de produtividade, mas também saúde psicológica e física.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Treinamento passo 2
Uma vez definido o objetivo, dá-se início à fase de sistematização. Definindo de forma clara e preferencialmente coesa, quais serão os passos a serem seguidos, quanto tempo será necessário; qual o tipo de abordagem mais adequada, a fim de maximizar os resultados.
No nosso caso, o objetivo de treinar corretores, é buscar a excelência e alta performance na venda de imóveis. Embora tanto novatos, quanto profissionais experientes devam buscar o desenvolvimento e aperfeiçoamento, a verdade é que corretores "antigos" são especialmente resistentes a treinamento, sendo comum frases do tipo: "Eu não preciso disso", "Os caras ficam só repetindo coisas que sabemos"; por essa razão recomendo: faça turmas separadas, nunca misture os dois grupos; possuem timing diferentes e interesses diferentes.
Como provocar o interesse de corretores experientes em buscar aperfeiçoamento? Jogando uma isca... por exemplo... criando um desafio para que ele atenda um daqueles investidores que passaram pelas mãos deles há muito tempo... Sim, senhores, através de cases e atividades desafiadoras... Assim é meu treinamento. Quem quer fazer o que os outros não fazem?
Nos novatos: sistematizar a avalanche de informações práticas, vivências, experiências, impressões... receita de bolo? Não existe... sucesso sim, esse existe, para aqueles que o querem de fato.
Quer saber mais? Me procure... continue lendo...
sexta-feira, 22 de março de 2013
Ociosidade
Todos já vimos um corretor dizer que está muito ocupado, ou que está aborrecido por estar sem cliente...
Nas duas opções pode ocorrer um grave erro: você tem mesmo um cliente? Ou acha que tem? Ou ... Você não tem mesmo cliente, ou não sabe o que apresentar?
O corretor tem 2 clientes: comprador e vendedor! Neste sentido sempre tem um vendedor que anseia por um bom atendimento... E, pode ser aquela oportunidade que você está procurando!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Cliente "peixe ensaboado"
Uma dica para pegar o cliente "peixe ensaboado": ofereça a ele: "a" oportunidade, aquela que ninguém tem... só vc... Detalhe: precisa entregar o que prometeu... senão ...
Definindo o objetivo
Como definir os objetivos?
1. Pergunte-se quem será treinado? Ou seja qual é o seu público?
2. Esse público deseja o treinamento ou é imposição? Como lidar com a rejeição ou atitudes defensivas?
3. Quais os motivos do treinamento - vantagens e desvantagens?
4. Como ministrar um treinamento e mensurar seus resultados no mercado imobiliário?
Treinamento - 1º passo
Acreditem o primeiro passo para qualquer coisa é saber em qual direção ir; em treinamento saber qual é o objetivo. E, como definir o objetivo?
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